sexta-feira, 21 de março de 2014

Geografia Atual : Açaí manufatura e Arte

Disponibilizarei o Trabalho de Sociologia com o tema açaí manufatura e arte de 2012 . Pesquisas sobre a arte do açaí feitas no Ver-o-Peso no Pará.
 
AÇAÍ MANUFATURA E ARTE
Introdução
O açaizeiro é nativo da Amazônia brasileira e o Estado do Pará é o principal centro de dispersão natural dessa palmácea. O açaizeiro se destaca, entre os diversos recursos vegetais, pela sua abundância e por produzir, importante alimento para as populações locais,  e a arte com caroços e borra do açaí . As maiores concentrações ocorrem em solos de várzeas e igapós, compondo ecossistemas de floresta natural ou em forma de maciços conhecidos como açaizais, com área estimada em um milhão de hectares. E também ocorre em áreas de terra firme, principalmente quando localizadas próximas às várzeas e igapós.

Dos frutos do açaizeiro é extraído o vinho, polpa ou simplesmente açaí, como é conhecido na região. Com o açaí são fabricados sorvetes, licores, doces, néctares e geléias, podendo ser aproveitado, também, para a extração de corantes e antocianina. As mais recentes pesquisas mostram o novo organograma do aproveitamento do fruto do açaizeiro. O caroço corresponde a 85% do peso total, do qual a borra é utilizada na produção de cosméticos; as fibras em móveis, placas acústicas, xaxim, compensados, indústria automobilística, entre outros; os caroços limpos na industrialização de produtos A4, como na torrefação de café, panificação, extração de óleo comestível, fitoterápicos e ração animal, além de uso na geração de vapor, carvão vegetal e adubo orgânico. A polpa representa 15% e são aproveitados de forma tradicional, no consumo alimentar, sorvetes e outros produtos derivados.
 Sistema de produção do Açaí

 

  A extração do açaí, pelo processo industrial, envolve as seguintes etapas:

Recepção: Os frutos de açaizeiro chegam às indústrias de processamento acondicionadas em cestos, paneiros, rasas ou caixas de plástico, os quais são inspecionados quanto as suas características de tamanho, maturidade e tempo de coleta e são pesados e conduzidos para o processo de seleção.

Seleção: A seleção manual dos frutos é realizada em mesas de aço inoxidável, dotadas de peneiras, cujas dimensões possam reter os frutos, deixando passar as impurezas menores. Os frutos verdes e em estado frutos verde e em estado fitossanitário precário, ou mesmo com qualquer outro tipo de defeito, que os torne inadequados ao processamento, devem ser retirados do lote.


Pré-lavagem, amolecimento, limpeza e lavagem: Os frutos de açaizeiro são transportados para um sistema composto de quatro lavagens, na primeira lavagem os frutos são mergulhados na água para a retirada das sujidades aderidas aos frutos.Na segunda , os frutos também são mergulhados na água para amolecer o epicarpo e o mesocarpo ,com a finalidade de facilitar o processo de despolpamento . A temperatura da água  e o tempo de imersão, variam de acordo com a procedência dos frutos e seu grau de maturidade.A água pode estar à temperatura de 40 ºC a 60 ºC, não devendo exceder a este valor.O tempo de amolecimento varia de 10 a 60 minutos e, quanto maior for o grau de maturação, menor será o tempo de imersão dos frutos. Esses valores são empíricos, pois não existem, até o momento, experiências comprovando, tecnicamente, qual a temperatura da água e o tempo de imersão adequado para que o epicarpo e o mesocarpo amoleçam o suficiente para favorecer o despolpamento, sem afetar as propriedades da matéria-prima.Na terceira lavagem usa-se água clorada, onde permanecem por aproximadamente 30 minutos e  na quarta lavagem,os frutos são transportados para outro tanque com pequenos furos na parte inferior ,aonde o excesso de cloro é retirado por meio da lavagem por aspersão com água potável por 10 a 15 minutos.

Despolpamento e refino: esta fase é feita necessariamente em máquinas apropriadas, com adição de água conforme o produto final desejado e de acordo com a legislação vigente quanto ao teor de sólidos solúveis.Primeiramente ,os frutos são transferidos, por meio de esteira, até a base do transportador, do tipo rosca-sem-fim, que os conduz até o despolpador, assim os frutos são despolpados ,com o auxilio de injeção de água.Em seguida , os caroços saem pela rosca transportadora de resíduo e a polpa obtida passa, por gravidade, para o tanque de refino quando, em peneiras são retidos outros resíduos indesejáveis.E por ultimo , o produto final é transferido para o tanque de homogeneização, onde é procedida a homogeneização do produto açaí . A partir deste processo o açaí pode ser imediatamente embalado e congelado ou até então passar por tratamento térmico.

 

Processamento tradicional:


Nesse tipo de processamento, são utilizadas as tradicionais máquinas batedeiras, que construídas em aço inoxidável, modelo vertical, que procede ao despolpamento de bateladas de frutos de açaizeiro com a adição de água. O processo tem início quando se colocam os frutos na batedeira, precedida do acionamento das palhetas, cujo movimento circular proporciona atrito com os frutos, seguido da adição de água. O produto processado desce por gravidade, passando em peneira de malha fina, e o açaí é depositado em bacias de aço inoxidável.

Os seguintes procedimentos de embalagem são:

O açaí, após o tratamento térmico ou não, tem como embalagem primária o saco de polietileno de baixa densidade. O produto embalado é conduzido a um túnel de congelamento rápido, regulado a -40 ºC. Esse tipo de congelamento proporciona melhor qualidade ao açaí, pois diminui a possibilidade de ocorrência de alterações químicas, bioquímicas e microbiológicas. Após o congelamento, o açaí deve ser armazenado em câmara fria ,com a temperatura entre -18 ºC e -20 ºC.

 

Os seguintes procedimentos de conservação são:

O açaí quando não-submetido a processos de conservação, tem a vida de prateleira muito curta, no máximo 12 horas, mesmo sob refrigeração. Fazendo com que à elevada carga microbiana esteja presente no fruto, causada por condições inadequadas de colheita, acondicionamento, transporte e processamento. Os bolores e as leveduras estão presentes, naturalmente, na superfície dos frutos de açaizeiro, enquanto as contaminações por coliformes fecais, salmonelas e outros microrganismos patogênicos são devidos ao seu manuseio inadequado.

A adoção de boas práticas agrícolas (BPA) e de fabricação (BPF) minimiza a probabilidade de contaminação microbiológica dos frutos e do açaí durante o processamento, contribuindo para a conservação do produto.

 O branqueamento é um tratamento térmico comumente aplicado após a colheita, seleção e lavagem dos frutos, com o objetivo de inativar enzimas, fixarem cor, remover gases dos tecidos, além de diminuir a carga microbiana.

Essa operação consiste em mergulhar os frutos em água, à temperatura pré-determinada ou utilizar vapor fluente ou superaquecido. O tempo e a temperatura variam conforme o tipo de matéria-prima, a carga microbiana inicial, a dimensão e a forma do material a ser branqueado, o método de aquecimento e o tipo de enzima a ser inativada. Em seguida os frutos dever ser resfriados para evitar a contaminação por microrganismos termófilos e para não comprometer a sua textura. O resfriamento pode ser feito imergindo-os em banho de água e gelo ou por meio de aspersão de água fria.

A pasteurização é um tratamento térmico, cujo objetivo é a destruição de células vegetativas dos microrganismos presentes nos alimentos. Este processo se aplica a alimentos que não podem sofrer tratamentos mais rigorosos, por afetar suas propriedades organolépticas e nutritivas, como é o caso das frutas. A pasteurização deve ser empregada em conjunto com outros métodos de preservação, tais como a refrigeração e o congelamento. Para o açaí, as indústrias costumam empregar temperaturas em torno de 80 ºC a 85 ºC, por 10 segundos, e, após a pasteurização, o mesmo é imediatamente congelado.

Congelamento: É o método comumente utilizado para a conservação do açaí. Com esse procedimento é inibido o crescimento microbiano e retardado, praticamente, todo o processo metabólico. Quanto menor a temperatura de armazenamento, mais lenta será a atividade enzimática. O congelamento do açaí, sob temperaturas de -18 ºC a -20 ºC ou mais baixas, inibem, significativamente, as atividades das enzimas peroxidase e polifenoloxidase.


A desidratação é o método de preservação de alimentos que utiliza energia térmica para remover parte ou a quase totalidade da água. Com isso, é possível limitar ou evitar o crescimento de microrganismos ou outras reações de ordem química. O açaí pode ser desidratado por atomização. O produto é conduzido à câmara de secagem em finas gotículas, entrando em contato com a corrente de ar quente. Desse modo, a secagem se processa de maneira rápida e o produto resultante se apresenta na forma de pó. Nesse processo, o tempo de secagem é curto, de 1 a 10 segundos.

Para a obtenção do  açaí em pó, podem ser aplicadas as seguintes condições: temperatura do ar de entrada de 135 ºC a 140 ºC; temperatura do ar de saída 85 ºC a 90 ºC e pressão de trabalho de 4,9 a 6,2 kg/cm2. O açaí em pó, assim obtido, terá maior vida útil de prateleira quando embalado em cartuchos plásticos aluminizados.

 Boas Práticas de Fabricação de Alimentos

No preparo do açaí em amassadeiras também é recomendável a aplicação das Boas Práticas de Fabricação de Alimentos (BPF). Nas cidades da região Norte as amassadeiras têm destaque no comércio de produtos alimentares, mas nem sempre são locais que seguem os procedimentos recomendados pelo Ministério da Saúde.

Segundo a pesquisadora  da Embrapa Amapá, Valeria Bezerra diz “a utilização das BPF no processamento do açaí nestas unidades regionais contribui para garantir a saúde do consumidor, sobretudo na prevenção de diversas doenças que podem ser transmitidas por água não tratada, como a cólera, hepatite, giardíase e amebíase. As regras das Boas Práticas de Fabricação servem tanto para as indústrias de polpa de açaí, como os batedores de açaí, pois também são considerados pequenas unidades de industrialização ou fabricação de alimentos”, explica a pesquisadora.

O objetivo das regras das Boas Práticas de Fabricação é auxiliar as pessoas que trabalham com o processamento de alimentos, para que possam eliminar quase na totalidade os riscos de contaminação do alimento que produzem, por quaisquer tipos de contaminantes. “O batedor de açaí deve se preocupar desde a compra da matéria-prima, ou seja, do fruto de açaí, com os cuidados durante o processamento do vinho batido até a venda final”, reforça Valéria Bezerra.

 “Se o batedor de açaí utilizar frutos de açaí de baixa qualidade, mesmo que ele siga na amassadeira todas as regras das BPF, o produto final também terá baixa qualidade. As Boas Práticas de Fabricação não são milagrosas”, alerta a pesquisadora. “Elas mantêm a qualidade inicial da matéria-prima, não a melhora”, completa
 Tipos de Açaí 

- Açaí grosso ou especial (tipo A): a polpa extraída com a adição de água apresenta, após ser filtrada, mais de 14% de sólidos totais e a aparência é muito densa;

- Açaí médio ou regular (tipo B): a polpa extraída com a adição de água apresenta, após ser filtrada, de 11% a 14% de sólidos totais e tem a aparência densa;

- Açaí fino ou popular (tipo C): a polpa extraída com a adição de água apresenta, após ser filtrada, de 8% a 11% de sólidos totais e a aparência é pouco densa.

Arte

 O caroço, correspondente a 85% do peso total, dele extrai-se a borra, que é utilizada na produção de cosméticos;

-As fibras, utilizadas em móveis;

-Os caroços limpos, na torrefação de café, panificação, extração de óleo comestível, fitoterápicos e ração animal; Além de uso na geração de vapor, carvão vegetal e adubo orgânico;

-Além da utilização do caroço para bijuterias.

A polpa representa 15% e é aproveitada, de forma tradicional, no consumo alimentar e outros produtos derivados.

Estudos mostram que a utilização do fruto maduro do açaí é integral, ou seja, 15% da polpa são para uma bebida tradicionalmente conhecida como “vinho de açaí”, que é utilizado de diversas maneiras, como na fabricação de cremes, sorvetes, licores, produção de álcool carburante, corante, geléia, suco em pó, e até em alisante para os cabelos. Já os 85% que corresponde ao caroço, utiliza-se de diversas formas, como por exemplo: na queima em caldeira (geração de vapor), na geração de energia elétrica, na compostagem de adubo orgânico e na fabricação de bijuterias.

Além desses aproveitamentos, distribui-se entre a microfibra (borra) que é utilizada como esfoliante; a fibra, que é utilizada em estofamento e encostos de carro, em painel acústico e vasos de xaxim.

Procedimento na qual a semente do açaí passa para a confecção de bijuterias:

1-Linchamento da semente;

2-Polimento;

3-São selecionadas  de acordo com o tamanho;

4-Tingimento

5-Cada semente é perfurada

 -A arte de Gilson Araújo dos Santos é um belo exemplo de artesanato sustentável e também uma lição de vida. Dentre as inúmeras variações de matérias primas do artesanato paraense, Gilson cria verdadeiras esculturas de cachos de açaí com bases de ouriços de castanha-do-pará e sapucaia









 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Geografia atual : Açaí na Ilha Do Combu.

Disponibilizarei a apresentação do trabalho realizado na feira da cultura de 2012 em visita a ilha do Combu no Pará sobre o açaí .


Introdução
O açaizeiro é nativo da Amazônia brasileira e o Estado do Pará é o principal centro de dispersão natural dessa palmácea. O açaizeiro se destaca, entre os diversos recursos vegetais, pela sua abundância e por produzir importante alimento para as populações locais e internacionais, e a arte com caroços e borra do açaí.

 
Origem da matéria prima

A  fabrica está localizado em uma ilha de mata nativa e açaizal totalmente natural de onde se extrai o açaí utilizado na produção.

A Amazon Frut. possui localização em meio a 350 hectares de floresta nativa, aonde detém um açaizal totalmente natural com milhares de estirpes que fornecem a sua própria matéria prima de boa qualidade.

A fabrica extrai os frutos da sua própria plantação que é completamente natural, assim eles aproveitam os recursos da ilha dando sustentabilidade e desenvolvimento.

 Fases de produção

Coleta : os ribeirinhos coletam os cachos do açaí no alto da palmeira .

Recepção: Os frutos de açaizeiro chegam na indústria de processamento acondicionados em cestos, paneiros, rasas ou caixas de plástico, os quais são inspecionados quanto as suas características de tamanho, maturidade e tempo de coleta e são pesados e conduzidos para o processo de seleção.

Seleção: A seleção manual dos frutos é realizada em mesas de aço inoxidável, dotadas de peneiras, cujas dimensões possam reter os frutos, deixando passar as impurezas menores. Os frutos verdes e em estado fitossanitário precário, ou mesmo com qualquer outro tipo de defeito, que os torne inadequados ao processamento, devem ser retirados do lote.


Pré-lavagem, amolecimento, limpeza e lavagem: Os frutos de açaizeiro são transportados para um sistema composto de quatro lavagens.A água usada é diretamente retirada do rio. Na primeira lavagem os frutos são mergulhados na água para a retirada das sujidades aderidas aos frutos.Na segunda , os frutos também são mergulhados na água para amolecer o epicarpo e o mesocarpo ,com a finalidade de facilitar o processo de despolpamento . A temperatura da água e o tempo de imersão, variam de acordo com a procedência dos frutos e seu grau de maturidade.A água pode estar à temperatura de 40 ºC a 60 ºC, não devendo exceder a este valor.O tempo de amolecimento varia de 10 a 60 minutos e, quanto maior for o grau de maturação, menor será o tempo de imersão dos frutos.E o tempo de imersão adequado para que o epicarpo e o mesocarpo amoleçam o suficiente para favorecer o despolpamento, sem afetar as propriedades da matéria-prima.Na terceira lavagem usa-se água clorada, onde permanecem por aproximadamente 30 minutos e  na quarta lavagem,os frutos são transportados para outro tanque com pequenos furos na parte inferior ,aonde o excesso de cloro é retirado por meio da lavagem por aspersão com água potável por 10 a 15 minutos.

Despolpamento e refino: esta fase é feita necessariamente em máquinas apropriadas, com adição de água conforme o produto final desejado e de acordo com a legislação vigente quanto ao teor de sólidos solúveis.Primeiramente ,os frutos são transferidos, por meio de esteira, até a base do transportador, do tipo rosca-sem-fim, que os conduz até o despolpador, assim os frutos são despolpados ,com o auxilio de injeção de água.Em seguida , os caroços saem pela rosca transportadora de resíduo e a polpa obtida passa, por gravidade, para o tanque de refino quando, em peneiras são retidos outros resíduos indesejáveis.E por ultimo , o produto final é transferido para o tanque de homogeneização, onde é procedida a homogeneização do produto açaí . A partir deste processo o açaí pode ser imediatamente embalado e congelado ou até então passar por tratamento térmico.

 Uso da água na produção

A fonte de água vem diretamente do rio ,são analisadas por laboratório químico e depois são levadas para três piscinas e filtradas . Esta utilização se dá na parte da lavagem dos frutos do açaizeiro. Depois deste processo a água é vistoriada pela Sema e por final vai para três caixas subterrâneas e depois são espalhadas pelo solo. 

Destino da produção

 Depois da produção , o açaí vai para um processo de conservação chamado de congelamento dentro de uma câmara frigorífica , fazendo com que o produto não estrague tão rápido até chegar no mercado .A própria fabrica exporta seu açaí congelado para a Europa,Japão e Estados Unidos ou então  o açaí produzido na fabrica da ilha vai diretamente através de barcos  para os postos do ver-o-peso e o mercado das estação das Docas .Os vendedores de açaí compram o litro por cerca de R$ 18,00 a R$20 reais ou então compram os cachos de açaí por cerca de R$1,00 . Do mercado os vendedores vendem para os supermercados ou lojas de açaí vistoriadas pela vigilância sanitária.

 Destinação final dos resíduos

A destinação final serve para energia elétrica na caldeira , e também serve para o adubo.

Responsabilidade social e a importância do  açaí para os ribeirinhos

 A empresa Amazon Frut participa de uma responsabilidade social e pratica o desenvolvimento humano da comunidade que está ao seu redor.

Desde o inicio da fabrica na ilha no ano de 1995, foi implantada dentro de sua área uma escola de ensino infantil chamada ACAIMU (associação dos catadores e apanhadores de açaí da ilha do Muturucu), que tem como objetivo alfabetizar e educar com qualidade as crianças que por ali residem.

Com a implantação da fabrica na ilha os ribeirinhos que ali vivem conseguiram empregos como catadores e apanhadores do fruto do açaí . O açaí também é fundamental como base de alimentação para os ribeirinhos que tem o costume de consumir o açaí na parte da noite.

A água do rio também é muito fundamental para eles , pois é a água do rio que eles bebem , tomam banho e etc.

 Impactos ambientais

A produção do açaí na fabrica em si não polui o meio ambiente pois a fabrica é uma APA (área de proteção ambiental ) ,e também  o açaizeiro em si , por não ser espécie arbórea, não tem interesse para a indústria madeireira, mas é de grande importância para a preservação da floresta amazônica. O problema está na retirada da palmeira para o palmito , no caso da fabrica , como eles não produzem palmito , a arvore retirada é incinerada causando poluição atmosférica , em exceção disto a área da fabrica é totalmente preservada.

A relação homem VS natureza é relativamente harmônica , pois o homem necessita ainda da natureza para sua sobrevivência . Percebe-se visivelmente alterações na paisagem da ilha desde a instalação da fabrica, antes que era uma paisagem totalmente natural , depois da instalação da fabrica a paisagem se alterou , não completamente e nem tanto o suficiente para destruir toda a paisagem natural .

  Benefícios do açaí

Sua maior riqueza está nos nutrientes e nas proteínas, que fazem dessa fruta um alimento funcional. O açaí tem muita antocianina, um pigmento roxo do grupo dos flavonoides, substância química encontrada nas plantas que funciona como antioxidante. Isso significa que a fruta ajuda a combater os radicais livres, retardar o envelhecimento e evitar doenças do coração e células cancerígenas.

O açaí é habitualmente consumido com farinha de mandioca, associado ao peixe, camarão ou carne, sendo o alimento básico para as populações de origem ribeirinha. Com o açaí são fabricados sorvetes, licores, doces, néctares e geleias, podendo ser aproveitado, também, para a extração de corantes e antocianina

 Conclusão

O Açaí é uma fonte de renda e alimentação para os ribeirinhos que vivem apenas disto, porem o açaí tem um alto nível de perecibilidade, mesmo sob refrigeração a polpa não se conserva por mais de 12 horas, pois observa-se alterações na cor .O açaí passa ou pelo processo industrial ou pelo processo tradicional , que é o mais comum na cidade de Belém tendo como resultado o açaí puro que bebemos .

 

Geografia Atual : Usina Termelétrica.

Tudo sobre Usina Termelétrica.


O que é a Usina Termoelétrica?

É a usina de energia movida a combustível, o mais comum é o diesel, mas também pode ser o gás, a lenha (como por exemplo, a caldeira).Esta que tem por finalidade gerar energia a partir da energia liberada em forma de calor. Assim como na energia hidrelétrica, em que um gerador, impulsionado pela água, gira, transformando a energia potencial em energia elétrica, nas termelétricas a fonte de calor aquece uma caldeira com água gerando vapor d'água em alta pressão, e o vapor move as pás da turbina do gerador.

 
A primeira usina termelétrica do Brasil foi inaugurada em 1883, em Campos dos Goytacazes, com a potência de 52 kW.

 

Pouco mais de 60% da energia do mundo é produzida neste tipo de usina que, por aquecer água de rios ou mares para o resfriamento de turbinas e água, além de eliminar dióxido de carbono, gera impactos ambientais consideráveis e  Nos países de primeiro mundo, cerca de 70% da energia elétrica é produzida em usinas desse tipo.

      

Há vários tipos de usinas termoelétricas, sendo que os processos de produção de energia são praticamente iguais, porém com combustíveis diferentes. Alguns exemplos são: Usina a óleo, usina a carvão, usina nuclear e usina a gás este usa gás natural como o combustível para alimentar uma turbina de gás pois os gases produzem uma alta temperatura através da queima e são usados para produzir o vapor para mover uma segunda turbina, e esta por sua vez de vapor.

 

Vantagens e Desvantagens

São de construção simples e rápida, podem ser instaladas junto aos centros de consumo e dispensam Linhas de Transmissão de longo percurso, A água represada pode, dependendo do projeto, ser usada para irrigação de plantações nas proximidades da usina, por meio da represa é possível regular a vazão do rio, custo operacional baixo, pois as usinas atuais são automatizadas, também são usinas que produzem uma quantidade constante de energia elétrica durante o ano inteiro, ao contrário das hidrelétricas, que tem a produção dependente do nível dos rios.

 

Assim a termelétrica tem seus contras, pois é contribui para o aquecimento global por meio do efeito estufa e de chuvas ácidas, devido à queima de combustíveis. Além de que, se a represa é construída em local onde há cidade ou aldeia indígena, há grande transtorno para estas populações, pois estas devem ser deslocadas para outras áreas e quando há construção de represa em região de mata ou floresta, ocorre impacto ambiental, pois muitas espécies animais e vegetais podem ser prejudicadas.

 

 
Energia termoelétrica no Brasil

 

Em função do grande potencial hídrico, o Brasil utiliza a energia termoelétrica de forma estratégica. Esse uso ocorre quando há diminuição de água, provocada pela carência de chuvas, nas represas que abastecem as usinas hidrelétricas. 

 

Existem em nosso país cerca de 50 usinas termoelétricas, espalhadas por vários estados. Todas estas usinas em funcionamento podem gerar cerca de 20 mil MW de energia (Megawatts), correspondendo a 7,5% de participação no sistema elétrico nacional.

A Usina Açucareira da Serra S.A ou então conhecida como Usina da Serra, está localizada entre São Carlos (SP) e Ibaté (SP); com a sede da usina em Ibaté pertencente ao grupo Cosan .Produz álcool e açúcar e com o subproduto de sua operação ,que é o bagaço da cana gera 2400 kW de energia elétrica. Em 2004, a unidade comercializou cerca de 27.000 MW/h, gerando uma nova fonte de receita para a Cosan.

Em 2011 foi inaugurada a Usina Termelétrica Campina Grande ou UTE Campina Grande  que atualmente funciona como uma reserva energética que entra em operação apenas em caso de falha do sistema elétrico da CHESF,está localizada em Campina Grande , estado da Paraíba e é propriedade da Borborema Energética S.A. A usina utiliza óleo combustível B1 (especial) como combustível principal, e óleo diesel como alternativo. Há dez unidades geradoras em ciclo térmico simples, com 16,4 MW cada, totalizando 164 MW de capacidade instalada e 123 MW médios de garantia física de energia.

O Complexo Termoelétrico Jorge Lacerda está localizado no município de  Capivari de Baixo, no estado de Santa Catarina, é considerado o maior complexo termoelétrico a carvão da América do Sul.Ele também contribui para outros ramos da atividade industrial, como o desenvolvimento da região carbonífera do estado de Santa Catarina.O complexo é formado por três usinas térmicas, a carvão, com potência total de 853 MW. Fazia parte do parque gerador da estatal Eletrosul,atualmente conhecido como Gerasul, juntamente com outras duas usinas térmicas, três usinas hidrelétricas e duas usinas em construção. Todo o parque foi privatizado no segundo mandato do gestão do presidente Fernando Henrique Cardoso.

A Usina Termelétrica Presidente Médici ou Candiota II, do tipo térmica a vapor, está localizada no município de Candiota ,no Rio Grande do Sul, distante 400 km de Porto Alegre. A Usina utiliza o carvão mineral como combustível primário.Está dividida em duas etapas ,a  Fase A, com duas unidades de 63MW cada, foi inaugurada em 1974 quando foi integrada no Sistema Interligado Brasileiro. No final de 1986 entrou em operação a Fase B com duas unidades de 160 MW cada, totalizando 446 MW instalados.O ecossistema associado á usina merece destaque em termos de controle dos indicadores de qualidade do meio ambiente ,que vem sendo cumpridos rigorosamente.

Atualmente merece destaque a  Usina Termelétrica de Juiz de Fora ,ela foi a primeira usina termelétrica do mundo a operar com etanol. É bicombustível e por isto também opera com gás natural fornecido pela Gasmig.Possui capacidade total instalada de 87.048 kW utilizando duas turbinas aero derivadas do modelo GE LM 6000 produzido pela General Electric,ela faz parte do parque gerador da Petrobras e é conectada ao Sistema Interligado Nacional. A usina é uma das que compõe o parque gerador da Petrobras e operava anteriormente apenas com gás natural. Agora, suas operações são com bicombustível. A obra é inédita no mundo e a operação com etanol foi iniciada no último dia 31 de dezembro.

 
Nota : o trabalho está incompleto pois este não é o oficial.
Fonte : Trabalho de Geografia realizado em equipe para a feira da cultura de 2013.
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Geografia Atual : Usina Hidrelétrica


Tudo sobre Usina Hidrelétrica

Introdução

 
No mundo todo, as usinas hidrelétricas produziram 19% da eletricidade consumida em 2005. As usinas hidrelétricas produzem um total de 930 mil megawatts, energia equivalente a cerca de cinco bilhões de barris de petróleo. Existe mais de 2.000 usinas hidrelétricas em funcionamento nos Estados Unidos, tornando a hidroeletricidade a maior fonte de energia renovável do país.

O Brasil está entre os cinco maiores produtores de energia hidrelétrica no mundo, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Atualmente operam no país 158 usinas hidrelétricas, que produzem um total de 74.438.695 kW (maio/2007). Já estão em construção outras 9 usinas. Outras 26 outorgadas entre 1998 e 2005 ainda não iniciaram sua construção. Essas usinas hidrelétricas são construídas em locais onde se pode melhor aproveitar as influências e os desníveis dos rios, que geralmente estão distantes dos centros consumidores.

Com o objetivo de gerar energia limpa e relativamente barata, as usinas hidrelétricas estão em alta , principalmente pelo baixo custo de manutenção e pelo grande potencial hidrelétrico que o Brasil possui. Porém, como quase todos os tipos de fontes de energia, essa que provém da força das águas também possui desvantagens em relação as outras, pois no momento da sua construção , alaga áreas de preservação ambiental e retira muitas pessoas de suas moradias. Entretanto, apesar desses problemas, as usinas hidrelétricas geram uma enorme quantidade de energia , que é cada vez mais necessária no mundo.

 


 Histórico

 

O uso da força das águas para gerar energia é bastante antigo e começou com a utilização das chamadas “noras”, ou rodas d’água do tipo horizontal, que através da ação direta de uma queda d’água produz energia mecânica e são usadas desde o século I A.C.. A partir do século XVIII, com o surgimento de tecnologias como o motor, o dínamo, a lâmpada e a turbina hidráulica, foi possível converter a energia mecânica em eletricidade.

 

Mas o acionamento do primeiro sistema de conversão de hidro energia em energia elétrica do mundo ocorreria somente em 1897 quando entrou em funcionamento a hidrelétrica de “Niágara Falls” (EUA) idealizada por Nikola Tesla com o apoio da Westinghouse. De lá para cá o modelo é praticamente o mesmo, com mudanças apenas nas tecnologias que permitem maior eficiência e confiabilidade do sistema.

 

A primeira hidrelétrica do mundo foi construída no final do século XIX, quando o carvão era o principal combustível. Até então, a energia hidráulica da região tinha sido utilizada apenas para a produção de energia mecânica. Na mesma época, e ainda no reinado de D. Pedro II, o Brasil construiu a primeira hidrelétrica, no município de Diamantina, utilizando as águas do Ribeirão do Inferno, afluente do rio Jequitinhonha, com 0,5 MW (megawatt) de potência e linha de transmissão de dois quilômetros.

 
O que é uma Usina Hidroelétrica?


A usina hidrelétrica é um conjunto de obras e equipamentos, cujo seu objetivo é produzir energia elétrica através do aproveitamento do potencial hidráulico existente em um rio. Isto esta associado a vazão de um rio, ou seja, quantidade de água disponível em um certo tempo ,que também é dependente das condições geológicas(largura,inclinação,tipo de solo) ,sendo assim seu potencial será maior quanto maior for o volume da queda. A hidrelétrica recebe influencia dos índices pluviométricos fazendo com que sua capacidade varie ao longo do ano.

 

Um sistema elétrico de energia é constituído por uma rede interligada por linhas de transmissão (transporte). Nessa rede estão ligadas as cargas (pontos de consumo de energia) e os geradores (pontos de produção de energia). Uma central hidrelétrica é uma instalação ligada à rede de transporte que injeta uma porção da energia solicitada pelas cargas.

 

No Brasil, pode ser classificada de acordo com a sua potência de geração de energia em dois tipos principais: pequenas centrais hidrelétricas (PCH`s) que produzem de 1MW a 30 MW e possui um reservatório com área inferior a três km² (Resolução ANEEL N.º 394/98), e as grandes centrais hidroelétricas(GCH`s) que produzem acima de 30 MW.

 

A Usina Hidrelétrica de Tucuruí, por exemplo, constitui-se de uma das maiores obras da engenharia mundial e é a maior usina 100% brasileira em potência instalada com seus 8.000 MW, já que a Usina de Itaipu é binacional. A Itaipu foi considerada uma das "Sete Maravilhas do Mundo Moderno" pela American Society of Civil Engineers (ASCE).

 
Vantagens e Desvantagens

É ainda um tipo de energia renovável limpa e mais barata do que outras como a energia nuclear e menos agressiva ambientalmente tais como a do petróleo ou a do carvão. A viabilidade técnica de cada caso deve ser analisada individualmente por especialistas em engenharia ambiental e especialista em engenharia hidráulica, que geralmente para seus estudos e projetos utilizam modelos matemáticos, físicos e geográficos. Outras vantagens são a geração de empregos, não há resíduos poluentes, não gera diretamente a poluição e além da geração de energia elétrica, o aproveitamento hidrelétrico proporciona outros usos tais como irrigação, navegação e amortecimentos de cheias.

 

As centrais hidrelétricas geram, como todo empreendimento energético, alguns tipos de impactos ambientais como o alagamento das áreas vizinhas, aumento no nível dos rios, em algumas vezes pode mudar o curso do rio represado, prejudicando pontualmente a fauna e a flora da área inundada para a formação do reservatório, e os presentes nos trechos à montante e à jusante da usina, parte das florestas inundadas se decompõe produzindo metano, um gás que contribui para o efeito estufa, o represamento do rio diminui o nível da água abaixo da represa; desabriga pessoas e animais; provoca a salinização da água (no semi-árido) e provoca alterações climáticas que irão comprometer a fauna e flora que não se adaptarão a essas mudanças.

 Principais Usinas Hidrelétricas:

 As hidrelétricas são responsáveis pela maior parte de energia consumida no Brasil.

 

A hidrelétrica binacional, Itaipu localizada no Rio Paraná, na fronteira entre o Brasil e o Paraguai é a segunda maior hidrelétrica no Brasil, sendo que Itaipu sozinha supre 24% da energia consumida no Brasil e 95% da energia consumida no Paraguai.

 

Três Marias, na Bacia do São Francisco (que abastece o complexo siderúrgico do vale do Aço mineiro) sendo administrada pela CEMIG.

 

Usina de Salto Grande e Mascarenhas, no Rio Doce, que geram energia para os mercados fluminenses.

 

A usina de Tucuruí, localizada no Rio Tocantins tem capacidade geradora instalada de 8.370 MW. Tucuruí é a maior usina hidroelétrica 100% Brasileira e é a principal usina integrante do Subsistema Norte do Sistema Interligado Nacional (SIN), sendo responsável pelo abastecimento de grande parte das redes: da Celpa (no Pará), da Cemar (no Maranhão) e da Celtins (no Tocantins). Em períodos de cheia no rio Tocantins, a Usina de Tucuruí também complementa a demanda do restante do país.

 

A Usina de Jirau, localizada no Rio Madeira ainda esta em fase de construção em Rondônia que terá capacidade instalada de 3.750MW e faz parte do Complexo do Rio Madeira. A construção está a cargo do consórcio "ESBR - Energia Sustentável do Brasil", formado pelas empresas Suez Energy (60%), Eletrosul (20%) e Chesf (20%).

 

Usina Hidrelétrica Jatobá é uma usina hidrelétrica em projeto no Rio Tapajós, no Pará. Terá capacidade instalada de 2.338 MW, quando concluída, sendo a segunda maior do Complexo do Tapajós. O lago terá área de 646,3 km². A queda será de 16 metros, gerando 2.338 MW através de 40 turbinas bulbo de 59,7 MW cada. Produzirá 11.264 GW/ano.

 

No início da década de 70 a Cesp completou o complexo Urubupungá, formado pelas usinas de Ilha Solteira e Jupiá com capacidade total de 4500 megawatts. As usinas de São Simão e Cachoeira Dourada também já estavam em fase de construção.

 

Depois delas, foi construída a grande Usina de Água Vermelha, no Rio Grande. A China atualmente pretende construir a Usina de Três Gargantas que produzirá 18.200 MW (megawatts), 84,6 milhões de Mwh superando a produção de Itaipu que gera 90 milhões de Mwh e terá 14.000mW com mais duas unidades que estão sendo montadas. A segunda maior usina do mundo é Grand Coulee nos EUA produz 50 milhões de Mwh.

 

A Usina Hidrelétrica de Belo Monte está sendo construído no Rio Xingu, no estado brasileiro do Pará, nas proximidades da cidade de Altamira. Em potência instalada, a usina de Belo Monte será a terceira maior hidrelétrica do mundo, atrás apenas da chinesa Três Gargantas (20.300 MW) e da brasileira e paraguaia Itaipu (14.000 MW).Quando ficar pronta, em 2015, a Usina de Belo Monte deve gerar 41,6 milhões de megawatts por ano, o suficiente para atender ao consumo de 20 milhões de pessoas durante um ano porem atualmente pontos de vistas dos ambientalistas,comunidades indígenas locais e membros da igreja católica divergem com a construção desta hidrelétrica  desde o inicio do projeto.  Eles defendem que a construção da hidrelétrica irá provocar a alteração do regime de escoamento do rio, com redução do fluxo de água, afetando a flora e fauna locais e introduzindo diversos impactos socioeconômicos. Um estudo formado por 40 especialistas e 230 páginas defende que a usina não é viável dos pontos de vista social e ambiental. Por outro lado os interesses convergentes a obra são os defensores da obra, formados por empresários, políticos e moradores das cidades envolvidas pelo projeto, estimam que cerca de R$ 500 milhões sustentam o plano de desenvolvimento regional que estaria garantido com a usina. Essa injeção de recursos seria aplicada em geração de empregos, educação, desenvolvimento da agricultura e atração de indústrias. Acredita-se também que o empreendimento atrairá novos investidores para a região, considerada a única forma de alavancar o desenvolvimento de uma região carente de investimentos.

 

 

 Fonte : Trabalho escolar realizado  para a feira da cultura de 2013.